Acho que é hora de lembrar de como o jogo Dead Rising revolucionou a forma de como os mundos abertos eram projetados e, infelizmente, nem todos aproveitaram a lição.

Lembre-se de quando Frank West, um fotógrafo, foi helicóptero em Willamette Parkview Mall, em busca de uma história sensacional? O que ele encontrou foi uma cidade em ruínas, onde a loucura reina. É incrível pensar que, ao poucos metros do helicóptero, pessoas estavam comendo umas as outras ao lado de um ônibus escolar. Frank mostrou ser um verdadeiro profissional, sem hesitar, deu ordens ao piloto para pousar no telhado do shopping e voltar buscá-lo em três dias.
O resto da história é uma história de sobrevivência, onde o jogador é deixado para explorar o mundo e descobrir as causas da catástrofe. É um jogo que nos mostra que, às vezes, a liberdade e a exploração são muito mais importantes do que a história linear ou a jogabilidade tradicional.

É hora de que os desenvolvedores de jogos saibam que há mais do que apenas criar mundos abertos com conteúdo, eles precisam oferecer experiências autênticas e que conectem os jogadores com a história. E Dead Rising é um dos jogos que fez isso de forma incrível.
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Fonte: RockPaperShotgun