Eu me lembro de uma época em que, enquanto remexia na minha garagem, encontrei um estoque de meus velhos jogos do ZX Spectrum. E, ao revirar aquelas caixas desbotadas – os velhos jogos de barganha do caixa de lixo, as fitas de compilação ilegais passadas de mão em mão na escola – não eram os jogos em si que estavam me vindo à mente, mas sim as memórias que eles evocavam. Minha mente pulou para as tardes passadas estudando as imagens de capa minúsculas em revistas; os finais de semana

As memórias, em vez dos jogos em si, me vinham à mente. Quem não lembra de passar horas tentando completar um nível, de bater um recorde ou de descobrir os segredos de um mundo virtual?
O jogo Forbidden Solitaire é um exemplo disso. Ao jogá-lo, começa a entender que os jogos não são apenas entretenimento, mas sim uma janela para o passado. Revela a cultura e a história por trás de cada linha de código, de cada imagem e som. É um lembrete de que os jogos são mais do que apenas uma diversão, mas sim uma forma de arte que demanda preservação.

E é nesse sentido que o jogo Forbidden Solitaire surpreende. Mostra que mesmo os jogos mais simples possuem uma riqueza cultural profunda, uma complexidade que merece ser explorada e preservada.
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Fonte: Eurogamer