E aí, gamers brasileiros! Quem se lembora de estar ansioso para jogar Call of Duty no dia da sua lançamento? Para muitos de vocês, era um dos principais motivos para se subscrever ao Xbox Game Pass. Mas agora que a exclusividade do Call of Duty acabou, é hora de refletir sobre o que isso significa para o futuro do serviço de assinatura de jogos da Microsoft.
A notícia é que a Microsoft reduziu o preço do Game Pass Ultimate de US$ 30 para US$ 23 por mês, o que significa que a acessibilidade ao dia um dos jogos mais populares da franquia Call of Duty está fora de jogo. Embora isso faça sentido financeiramente para a Microsoft, esperamos que seja apenas o começo de uma mudança mais aprofundada no modelo de assinatura do Game Pass.
O problema com o Game Pass é que os seus maiores jogos tendem a monopolizar toda a sua atenção. O Call of Duty, por exemplo, é projetado para ser um ‘jogo eterno’ – uma experiência que demanda todo o seu tempo livre e que incentiva você a gastar ainda mais dinheiro com ele. Essa estratégia não é exatamente sutil, já que a Microsoft experimentou com acesso antecipado a jogos de primeira partida, permitindo que você se submeta a esses títulos ao atualizar para uma edição deluxe por alguns dólares a mais.
E agora que a exclusividade do Call of Duty acabou, é hora de questionar se a Microsoft está pronto para uma mudança mais radical no modelo de assinatura do Game Pass. Uma opção mais barata, focada em uma seleção curada de jogos independentes e de média produção, poderia ser a chave para dar mais visibilidade a esses títulos e torná-los mais atraentes para os jogadores que buscam algo novo e diferente.
📰 Fonte: GameSpot





