A explosão de opiniões no Parlamento Europeu deixou a comunidade gamer em polvorosa. O político slovaco Milan Uhrik revelou seus verdadeiros sentimentos sobre o mundo dos jogos, desviando a discussão sobre a responsabilidade dos desenvolvedores para com os seus títulos.
Uhrik se levantou para falar sobre o que ele acredita que está destruindo os jogos: a wokeness e a monetização agressiva. Ele citou o exemplo do jogo Assassin’s Creed: Shadows, que permitiu que os jogadores escolhessem jogar como Yasuke, um samurai de ascendência africana. Mas, segundo Uhrik, isso é um problema, pois os jogadores devem ter a opção de escolher entre diferentes personagens, sem ser forçados a ser ‘aquele’ tipo de personagem.
A situação ficou ainda mais complicada após a Ubisoft ter anunciado que o jogo Assassin’s Creed: Shadows teria um personagem de gênero não binário. O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, afirmou que os jogos são uma ‘serviço’ e que, em algum momento, podem ser descontinuados. Isso gerou uma reação negativa da comunidade gamer, que se sente enganada e não quer deixar de ter acesso a jogos que já pagaram.
A polêmica não apenas envolve a opinião de Uhrik, mas também a visão geral da indústria dos jogos. A pergunta é: será que os desenvolvedores têm a responsabilidade de manter seus jogos disponíveis para sempre? O que você acha? Deixe um comentário e participe da discussão!
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📰 Fonte: GameSpot




